Quando lemos a palavra muitas vezes não percebemos alguns detalhes importantes e por falta de hermenêutica acabamos por afirmar coisas que a Bíblia não diz . Antigamente era muito comum se ouvir em alguns hinos ou ler em livros que Elias foi arrebatado aos céus em uma carruagem de fogo e isso se tornou uma verdade incontestável para alguns irmãos. Entretanto, será que realmente Elias foi arrebatado em uma carruagem de fogo? Ao analisar o texto bíblico de forma cuidadosa, podemos concluir que não: “E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.” (II Rs 2.11). O Texto é bastastante elucidativo até porque a carruagem de fogo só serviu para separar Elias de Eliseu sendo o profeta transladado aos céus por um redemoinho e não por uma carruagem de fogo. Amado irmão, aprender a palavra é muito importante para o nosso crescimento espiritual. Portanto, estude a palavra de forma sistemática, frequente os cultos, venha na Escola Dominical, estude Teologia, pois quanto mais estudamos, mais descobrimos que precisamos aprender mais.
Pr. Orlando Martins
Vice-presidente da AD do BOM RETIRO em Florianópolis
Escritor e palestrante
“Se a educação lhe parece cara, não queira saber o preço da ignorância.”
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
CRISTO, O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL!
Vivemos num tempo, que muitos se esquecem do verdadeiro sentido do Natal, contudo,
deveriam rever os seus valores, pois muito mais do que apelo comercial, o Natal
é alegria, sendo que nesta data
comemoramos o nascimento de Jesus Cristo, aquele que veio trazer paz, esperança
e alegria para a humanidade. Contudo, muitos,
nem por um minuto do dia lembram-se do nascimento do messias o salvador do
mundo e paradoxalmente lembram mais do Natal comercial do que do Natal
espiritual. Na verdade, o nosso Natal é
comemorado de forma diferente, pois apesar de estarmos no mundo, não somos
deste mundo e mesmo que saibamos que Natal é época de presentes, festa e
comemoração, para nós o Natal é muito mais do que isso. É tempo de comemorarmos
o nascimento de Jesus, pois esta é a mensagem do Evangelho: “ E o verbo se fez carne, e habitou entre
nós, cheio de graça e de verdade... (Jo 1:14). Entendemos que a vinda de
Jesus ao mundo é a prova do grandioso amor de Deus por nós. Comemorar o Natal é
um privilégio quando lembramos que: “Deus amou ( a nós) de tal maneira que deu o
seu filho unigênito (Jesus), para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna” (Jo 3:16). O
Verdadeiro sentido do Natal é dar ao nosso próximo o que Deus já deu em nosso
favor, o Seu filho Jesus Cristo para morrer na cruz em nosso lugar. No AT, o profeta
messiânico Isaias, profetizou o nascimento de Jesus o salvador: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos
deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome:
Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Isaías
9:6). Natal é alegria e comunhão (
AT 2:42), é esperança é ter Jesus em
nosso coração (RM 5:5). Mais do que iguarias, festas em família e presentes,
este dia só tem sentido quando o celebramos tendo JESUS CRISTO como o nosso
Senhor e Salvador. Conquanto
que a mensagem de fé e esperança que os anjos deram no primeiro natal: “Novas de grande alegria para todos”, continua
muito atual, pois JESUS CRISTO é o verdadeiro sentido do NATAL!
Vice-presidente da AD do BOM RETIRO em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
jornalísta, professor de Teologia e palestrante.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
A LETRA MATA ?
Antigamente alguns pregadores afirmavam que o crente não precisava estudar, pois segundo eles: “A letra mata, mas o Espírito vivifica”. Os que defendem esse ponto de vista pecam ao confundirem espiritualidade com falta de conhecimento, sendo que por falta de entendimento Bíblico, muitos desses pregadores condenavam quem estudava a palavra, pois segundo eles o crente não precisa de teologia, mas de jejuologia. Conquanto que imbuídos por esse pensamento, alguns cristãos quando lêem a passagem de II Co 3:6-9, realmente pensam que estudar a Bíblia mata a espiritualidade, por isso são categóricos ao afirmar que a “ letra mata”. Entretanto por não lerem todo o contexto do aludido versículo, confundem a letra da lei judaica que era a interpretação rabínica da lei feita por intermédio do talmude ou os 613 preceitos da constituição de Israel com a palavra de Deus. É simples de se compreender essa passagem basta ler todo o contexto: “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecesse, como não será de maior glória o ministério do Espírito! Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior porção será glorioso o ministério da justiça” (II Co 3.6-9). Neste contexto não se observa nenhuma alusão ao cânon fechado, pois a Bíblia, não havia sido totalmente formada, sendo que o apóstolo Paulo estava se referindo ao modo de interpretação da lei promovida pelos lideres do judaísmo que com preceitos judaicos sem vida só condenavam e apontavam sem nenhuma misericórdia. Ao contrario do ministério do Espírito (Dispensação da graça) onde a salvação esta disposta a todos. Sendo que no aludido versículo se compara a transitoriedade da lei judaica, em comparação com a graça, pois hoje estamos vivendo a dispensação do Espírito, no qual a Bíblia encontra-se totalmente revelada e não apenas parcial, pois isso a palavra não mata, mas traz vida, pois o Espírito Santo vivifica a palavra em nossos corações. A espada do Espírito é a palavra (Ef 6.17), que deve ser examinada com cuidado , porque nela se encontram as palavras da vida eterna e são elas que de mim (Jesus) testificam (Jo 5.39). Se a letra matasse, não haveria tanta reverência com a palavra como houve por parte dos homens de Deus ao longo da narrativa bíblica, pois o conhecimento da palavra gera vida e vida em abundância, pois conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (Jo 8:32), sendo que o apóstolo Paulo, foi enfático ao defender a inspiração das escrituras, pois nela o homem encontra as palavras da vida eterna (II Tm 3:16,17) e assim cresce espiritualmente e passa a ser cada vez mais parecido com Jesus.
Pr. Orlando Martins
Vice-presidente da ADBR em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
jornalísta, professor de Teologia e palestrante.
Vice-presidente da ADBR em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
jornalísta, professor de Teologia e palestrante.
(48) 41051665; 78122436
pr.orlandomartins@gmail.com
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
COMO DEFENDER A SUA FÉ!
Vivemos em um país com liberdade
religiosa e portanto todos tem o direito de seguirem a religião que quiserem.
No entanto, nem todas as religiões são boas, mas devemos saber discernir entre
o certo e o errado, para não nos tornarmos presas fáceis para as sutilezas do
mal. Sendo assim, urge, que tomemos a iniciativa de cada vez mais lutarmos pela
verdade, assim como Judas o meio irmão de Jesus e Tiago que nos incentivou em
sua pequena epistola : “Devemos batalhar pela fé, que uma vez por todas foi
dada aos santos”(Jd V.3). No entanto muitos se levantam contra a verdade, o que
torna imprescindível a cada cristão o uso da apologia que é a ciência que nos
ensina a defender a fé Cristã. Atualmente , há muitos que duvidam da existência
de Deus e/ou atacam a crença no Deus da Bíblia. Há muitos críticos que atacam a
inspiração da Bíblia, afirmando que ela não passa de livro de mitologia ou até
mesmo de lendas e contos. Diante deste quadro, a missão da apologética é
combater esses movimentos e promover o Deus Cristão e a verdade Cristã. O
versículo chave para a apologética Cristã é 1 Pedro 3:15-16: "antes,
santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados
para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,
fazendo-o, todavia, com mansidão e temor..." Somos todos comandados a
estarmos prontos e equipados a proclamar o Evangelho e defender nossa fé
(Mateus 28:18-20; 1 Pedro 3:15). Seja você um defensor de sua fé! Não há
nenhuma desculpa para um Cristão ser completamente incapaz de defender sua fé.
Todo Cristão deve ser capaz de pelo menos dar uma apresentação razoável de sua
fé em Cristo. Não, nem todo crente precisa ser um especialista em apologética.
Todo Cristão, no entanto, deve saber no que acredita e por que acredita, como
compartilhar sua fé com outras pessoas, e como defendê-la contra mentiras e
ataques, sendo que isso se chama convicção, e todos devemos ser convictos de
nossa fé. Apologética Cristã é simplesmente apresentar uma defesa básica da fé
Cristã e da verdade Cristã àqueles que delas discordam, sendo um aspecto
necessário da vida Cristã.
Pr. Orlando MartinsVice-presidente da ADBR em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
jornalísta, professor de Teologia e palestrante.
(48) 41051665; 78122436
pr.orlandomartins@gmail.com
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
A ESSÊNCIA DO EVANGELHO
O Evangelho não se consiste apenas de palavras, mas de poder, não apenas de poder, mas de perdão, não apenas de perdão, mas de misericórdia, não apenas de misericórdia, mas de comunhão. Em suma o evangelho é um conjunto de fatores, unidos pelo mesmo sentimento, fundamentado pelo mesmo principio e que tem como base o AMOR, que é a fonte do cristianismo equilibrado, cristocêntrico, puro e simples e para corroborar com essa realidade, temos Jesus como o nosso grande paradigma. Em seu ministério terreno, Jesus procurou refletir em suas atitudes o pai e nós como servos de Deus devemos procurar refletir suas atitudes através do Fruto do Espírito (Gl 5:22) que significa expressões do caráter de Cristo em nossas vidas. Segundo D.W. Moody: “Caráter é o que somos no escuro”. Produzindo o fruto do Espírito iremos possuir o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, o que na verdade é o cerne do cristianismo. Isaias apresentou Jesus como servo de Iahweh e dos homens (Is 52,13- 53:12), Jesus, por sua vez, se apresentou como aquele que serve (Lc 22:27), sendo que seu exemplo deve permear todo o modelo de cristianismo, e assim servir de base para nossa prática de espiritualidade e piedade para que assim possamos demonstrar o que é na essência ser um discípulo que baseia sua vida nos ensinos do Cristo-servo o qual veio para servir e não para ser servido (Mc 10:45), e assim dar a sua vida em resgate por muitos. Sendo o servir com alegria a missão de todos, pois o crente cheio do Espírito é alegre, vibrante, cheio de amor, valorizando o viver pela palavra. Ele não apenas lê a palavra, mas conhece ao Deus da palavra, não apenas carrega a Bíblia, mas retém a palavra, buscando diariamente uma experiência vivencial que gere intimidade com o Espírito Santo o que nos torna mais parecidos com Jesus.
Pr. Orlando Martins
Vice-presidente da ADBR em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
jornalísta, professor de Teologia e palestrante.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
A DIVINDADE DE CRISTO E O CRISTÃO
Quando aceitamos a Jesus, procuramos não apenas compreender, mas empreender uma busca pela verdade, todavia, para que essa realidade seja algo presente em nossas vidas, devemos estudar a palavra, principalmente os evangelhos, e em especial o evangelho de João, pois nele se revela a salvação para todos os povos. Contudo os outros evangelistas, escreveram a sua mensagem para outros povos da época, como por exemplo: Marcos escreveu o seu evangelho aos romanos, já Mateus para os judeus e Lucas para os gregos. Já João escreveu o seu evangelho para apresentar Jesus, não apenas como esperança para o judeu, mais para todos. O mais interessante no Evangelho de João é o uso que Jesus faz da gramática. Em sete ocasiões, identifica-se como "EU SOU": "Eu sou o pão da vida (Jo 6:35,51), bem como a luz do mundo (8:12;9.5), a porta das ovelhas (10.7,9), o bom pastor (10.11,14), a ressureição e a vida (11.25), o caminho, a verdade e a vida (Jo 14:6)e a videira verdadeira (15.1,5). O segredo deste padrão torna-se claro quando vemos Jesus afirmar: "Eu sou" . Jesus está utilizando em grego o nome hebreu de Deus. Em hebraico o nome Yahweh significa "Eu sou". Assim, Jesus está empregando este nome hebreu sagrado, sendo que assim como Deus se apresentou como EU SOU no AT, assim Jesus também se apresentou, o que corrobora a divindade de Cristo, Paulo disse: “Ele é a imagem do Deus invisível" . Pedro disse: “todo aquele que acredita NEle tem os seus pecados perdoados através de Seu nome”.“Então Jesus disse em alta voz: “Quem crê em mim, não crê apenas em mim, mas naquele que me enviou. (João 12:44), sendo ele o Cristo o ungido de Deus,a segunda pessoa da trindade, o Emanuel "Deus conosco". Temos refletido a importância de uma experiência pessoal com Deus através de uma compreensão correta da manifestação do Emanuel “Deus conosco”. Quando compreendemos o que é realmente ter uma experiência pessoal com Jesus, passamos a possuir uma alegria tão profunda que nos faz passar por qualquer tipo de adversidade, sendo ele é o nosso Senhor, o nosso salvador, como bem profetizou o profeta Isaias, ele seria chamado de Maravilhoso, conselheiro, pai da eternidade e príncipe da paz ( Is 9:6). Quem não tenhamos Cristo apenas como o nosso salvador, mas sim com o nosso Senhor, pois nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do entendimento.
Pr. Orlando Martins
Vice-presidente da ADBR em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
jornalísta, professor de Teologia e palestrante.
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domingo, 2 de dezembro de 2012
O CRISTÃO E OS SINAIS DO ARREBATAMENTO!
Pr. Orlando Martins
Vivemos os últimos tempos e cada
vez mais os sinais do arrebatamento são claros, fazendo com que cada cristão
reflita o seu papel na sociedade, pois o nosso grande objetivo é estabelecer os
valores do Reino de Deus entre os homens (Rm 14: 17). Entretanto muitos não
creem no arrebatamento, outros acham que o Apocalipse é um livro mitológico ou
histórico, sem nenhum tipo de aplicação para o tempo presente. Ledo engano,
vivemos sim o final dos tempos, contudo devemos evitar os extremos, fugindo de
dois polos. 1) Fanatismo: Nos tempos da Igreja primitiva, os membros da Igreja
de Tessalônica iam para o teto de suas casas vestidos de branco próximo da meia
noite, esperar Jesus voltar, outros na mesma localidade não queriam mais nem
trabalhar. Recentemente no século passado, alguns pastores desencorajavam seus
membros a estudarem, pois a qualquer momento Jesus ia voltar. Já outros
demonizavam tudo, e sem nenhum tipo de cuidado bíblico, ficavam apontando tudo
como a marca da besta ou o sinal dos últimos dias. Em um passado recente,
alguns afirmavam que o código de barras era a marca da besta, já alguns
pregadores exageravam nesse tipo de exposição, ensinando que “ Ao mil chegará,
mas ao dois mil não passara”. Esse ditado, muito popular no século passado não
esta escrito na Bíblia, mais era defendido com unhas e dentes como ensino
bíblico. 2) Descrença: Infelizmente, muitos não creem no arrebatamento da
Igreja, alegando que tal ensinamento não passa de mito e fabula, já outros
cristãos até acreditam, mas creem que esse acontecimento vai demorar muito, ou
seja vivem despreocupados com a volta de Jesus. Como cristãos devemos rejeitar
tanto o fanatismo como a indiferença, pois, devemos pautar nossa vida pela
doutrina bíblica e assim procurar crescer na verdade, pois os fundamentos da
palavra são inabaláveis: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor”. O
Ensino sobre o Arrebatamento, além de confrontador, é muito atual, pois
realmente um dia Cristo voltará e cabe a cada um de nós sermos vigilantes:
“Vigiai e orai” (Mt 26:41). Como cristãos devemos estudar cada vez mais a
palavra, pois nela descobrimos muitas verdades bíblicas, sendo que um dia
Cristo voltará, Maranata, ora vem Senhor Jesus!
Pr. Orlando Martins
Vice-presidente da ADBR em Floripa "Ministério Mais de Cristo",
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